O empresário Abilio Diniz, 81 anos, que deixou a presidência do conselho da BRF quinta-feira na assembleia que elegeu o novo colegiado da companhia, falou ontem sobre o desfecho da crise de poder na empresa. Revelou que foi ele quem indicou o presidente da Petrobras, Pedro Parente, para sucedê-lo. Disse que viabilizou o acordo de pacificação dos acionistas da companhia e que saiu no momento certo. Falou que a BRF nunca foi o negócio de vida (dele), mas o Grupo Pão de Açúcar sim. As informações são do jornal Valor.
“Acionistas” a trabalho
Diante da crise de poder na BRF, empresa que tem um impacto relevante na vida de muita gente no Brasil e no mundo, a imprensa nacional e internacional se empenhou para fazer boa cobertura da assembleia de quinta. Mas para entrar numa assembleia de acionistas, só sendo acionista. Foi isso que eu e mais cinco colegas jornalistas de São Paulo fizemos. Comprei uma ação da BRF pelo home broker do Eu Quero Investir, principal escritório filiado da XP Investimentos. Os jornalistas não votaram na assembleia.
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